quarta-feira, 10 de agosto de 2011

inevitável

De cabeça erguida e sem armas ela resolveu lutar, dar o máximo de si e fazer valer apena cada minuto, apesar de até aquele momento fatídico da sua vida suas crenças terem levado a crer que a vida não valia a pena porque acabaria de um jeito ou outro. Nós nascemos sem querer, e morremos sem esperar então a unica coisa que podemos fazer nesse meio termo que chamamos de vida é viver da melhor maneira possivel.

domingo, 7 de agosto de 2011

E saiu sem dizer uma palavra, a passos largos evitando demonstrar qualquer emoção, tão indecifrável quanto palavras que não foram ditas, aquelas que embora saibamos que estão lá nunca teremos certeza.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Há mais nas entrelinhas do que em qualquer amontoado de palavras, eu escrevo o que eu sinto e cabe a você entender e fazer das minhas palavras o que bem quiser, pois a partir do momento em que elas sairam de mim não são mais minhas.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Escondo sentimentos nos bolsos do meu alter-ego, mantendo meu eu intacto a dor. Foi a única saída, depois de ver minha redoma se partir, depois de gerar mais de mil escolhas, me mantive assim, aceitando os fatos, para manter uma falsa certeza de que as pessoas ao meu redor são de certo modo confiáveis.
Não é uma simples obrigação,  não vendo meus sorrisos.  Ao menos sou sincera comigo mesma, sem passos forçados, piso com força, em cacos, em pregos, mas não piso em falso, mantendo a dor de que tento fugir, aqui, mas de modo menos doloroso, onde o sangue seja menos importante, que um iceberg no meu peito.